Dentre muito futebol limitado, inclusive o nosso, a Espanha, se não fez grandes partidas, não encantou, pelo menos valorizou o mais importante numa partida: a bola. Até hoje, não inventaram um jeito de fazer gol sem ela. Então, pensando logicamente, quem a tem, tem mais possibilidade de fazer um e ganhar a partida. Que bom que foi assim, pois o que se viu e se vê por aí é muita gente se defendendo o tempo todo, jogando no erro do adversário e, nesse caso, quem ousa, quem tenta, acaba se dando mal muitas vezes. A Copa valorizou aquele que tentou ganhar. Como eu digo, de vez em quando: quem tenta errar, pode acertar. Quem não tenta...
A Holanda, na final, foi uma decepção: muita pancadaria. Se o juiz fosse bom, a Espanha teria vencido mais facilmente, pois o time laranjinha não terminaria com 11, talvez nem com 10. Mas a arbitragem não foi o forte nessa Copa, então não podia-se esperar algo melhor do que já tinha sido antes.
Que venha 2014. Quem sabe fazemos um time melhor, mais capaz, menos burocrata. Um meio-termo entre os boleiros-baladeiros de 2006 e os cabeças-de-bagre/limitados de 2010.
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